Pergunta sobre ordenação de colunas…
13.04.2009 | Devaneios
Tags: boas práticas, desenvolvimento, opinião, viajei
Hoje meu chefe pediu para eu criar ordenação de colunas na tela de listagem de usuários do nosso sistema. Aquele basicão normal, clica na coluna nome, ordena por nome. Clica na coluna cargo, ordena por cargo. Nada demais.
Já sentado na minha cadeira me peguei pensando: Ordenação de colunas é algo realmente bom? É realmente prático? Sou tão acostumado a simplesmente usar o CTRL + F para buscar o que quero numa listagem que, confesso, nem lembrava que existia ordenação de colunas.
A pergunta então é: Hoje em dia, ordenação de colunas é algo utilizado? Pensando em usabilidade, CTRL + F é melhor ou pior? Ordenação é algo que é bom ter ou essencial para o sistema?
Eu, particularmente, sou muito mais a favor de uma caixa para busca no sistema e da opção de procura do próprio navegador.
CSS Naked Day
06.04.2009 | tecnologia
Tags: campanha, CSS
CSS Naked Day é um evento que propõe retirar todo o CSS do site para deixar clara a separação entre conteúdo e apresentação. Ele acontece todo ano no dia 9 de Abril e para participar, basta deixar o site pelado. :P
Para quem usa o WordPress, tem um plugin para fazer isso automaticamente.
Meu PageRank no Google
03.04.2009 | Google
Tags: Google, PageRank, SEO, uhu!
Estava eu lendo meus feeds matinais quando me deparei com um artigo no Mestre SEO falando sobre a atualização de ontem no PageRank do Google. Semana passada eu fiz uma pesquisa para saber qual era minha classificação, deu zero, mas isso já era de se esperar. :P
Depois de ler o artigo, resolvi verificar de novo, já esperando ter continuado no zero, e qual não foi minha surpresa a ver minha classificação atual?
Seria um bug? Brincadeira de 1º de Abril atrasado? Não sei, só sei que gostei! :P
Para ver o PageRank, pode-se usar a ferramenta oferecida pelo próprio Mestre SEO.
CakePHP e o Auth Component
31.03.2009 | CakePHP
Tags: CakePHP, dicas
O Auth deve ser o componente mais conhecido do CakePHP. Sua função é bem simples: Autenticar um usuário no sistema e gerenciar quais páginas são de acesso restrito.
Há umas semanas atrás eu estava configurando a framework pra um projeto que vou fazer com a Bruna e tive alguns problemas com esse componente. Ele faz muito mais do que eu preciso e de uma forma que não me agrada muito: não me deixando no controle do que acontece.
Então comecei a desenvolver um componente pra fazer exatamente que eu quero, ou seja, definir quais páginas serão acessíveis por usuários deslogados. E só.
Com 110 linhas de códigos, incluindo linhas em branco e comentários inúteis, ele está funcionando e me atendendo até agora. Vou dar mais um tempo, usar mais um pouco, ver se não to esquecendo de nada, quando estiver mais maduro, disponibilizo aqui.
Inflection em Português do Brasil para o CakePHP
27.03.2009 | CakePHP
Tags: CakePHP, dicas
Resumidamente, no CakePHP, inflections são as regras para pluralização utilizada pela framework, de modo que ele consiga ir do model para o controller sem problemas segundo suas convenções.
Como tenho preguiça de fazer coisas que certamente já foram feitas e até melhor que eu faria, resolvi procurar o arquivo pronto. E encontrei na pasta do Gabriel no Github. Não sei qual a frequencia de atualização nem se contem muitos erros, mas se tiver algum, atualizar é moleza, basta olhar o arquivo que dá pra entender a lógica.
PHP Jedi
11.03.2009 | php
Tags: desenvolvimento, dicas, php
Mais uma ótima apresentação do Felipe Ribeiro no PHP-PB!
Plano de cargos e salários…
15.02.2009 | Devaneios
Tags: opinião
Acabei de ler o post do Guilherme Chapiewski sobre como as “empresas costumam colocar as pessoas certas nos lugares errados”.
Tava falando sobre isso essa semana com minha namorada, como as empresas não valorizam os programadores, tratando praticamente como a escória da informática, como se fossemos objetos descartáveis e qualquer pessoa que elas pegarem na esquina farão um código de qualidade.
O que o Ruby tem de legal?
12.02.2009 | Ruby
Tags: desenvolvimento, dicas, Ruby
Sabe no PHP (por exemplo) quando você quer definir um valor para uma variável caso ela não exista ainda, algo do tipo:
$name = (isset($name)) ? $name : 'Cleiver';
No Ruby pode ser feito assim:
name ||= 'Cleiver'
Ou quando você quer dar uma de Bart e escrever no quadro várias vezes a mesma coisa, assim:
for ( $i = 0 ; $i <= 10 ; $i++ ) { print 'Não vou mais sacanear o Homer!'; }
No Ruby, fica muito mais legível e bem mais legal:
10.times do puts 'Não vou mais sacanear o Homer!' end
O curso ainda está no basicão, mas certamente posso dizer que a linguagem ganhou um novo adepto!
Scrum e XP direto das Trincheiras
04.02.2009 | Livros
Tags: dicas, Livros, opinião
Acabei hoje de ler o livro Scrum e XP direto das Trincheiras. Livro altamente recomendado, principalmente para quem trabalha ou se interessa por gerência de projetos de software.
O autor, Henrik Kniberg, não “perde tempo” entrando em detalhes e conceitos sobre Scrum e XP, ele vai direto ao ponto e diz como ele trabalha com essas ferramentas em sua empresa.
No livro ele não diz o que é certo e o que é errado nem diz como as coisas são. Ele mostra exatamente o que ele tentou e funcionou e o que não funcionou para ele, e procura explicar o porque de não ter funcionado no caso dele.
O livro tem uma leitura fácil e rápida e vem com várias ilustrações e fotos que ajudam a explicar o funcionamento das coisas.
O livro é gratuito e pode ser baixado no site da InfoQ (é preciso se cadastrar).
A eterna insatisfação com os superiores
26.01.2009 | Devaneios
Tags: opinião, trabalho, viajei
Muitos gestores adoram reclamar que os seus subordinados não gostam de trabalhar, que não fazem por onde ganhar mais e melhores benefícios. Será que eles já pararam para olhar o nosso lado? No momento está acontecendo uma coisa no meu trabalho que com certeza acontece com a grande maioria das pessoas, e tenho certeza que até de forma pior.
Desde o dia 12 de Janeiro a “minha” equipe está trabalhando 12 horas por dia. Finais de semana e o feriado que teve aqui no Rio, a empresa permitiu que trabalhássemos de casa. Ou seja, estamos há 2 semanas inteiras trabalhando. Não estamos fazendo isso por que prometemos um prazo que não podemos cumprir, não é por que ficamos enrolando e deixamos para a última hora e com certeza não é por que a gente quer. O motivo real não vem ao caso agora *cof* gerência *cof*, o que importa é a quantidade de horas trabalhadas. Se formos somar somente os dias úteis, são 40 horas extras. Mas a empresa não paga hora extra. Banco de horas? Não existe.
Como faz então? O velho jeitinho brasileiro de “dar uma folga quando o projeto aliviar” ou então deixar chegar “um pouquinho” mais tarde durante uns dias. O esquema então é esse? Quando ELES precisam a gente pode sacrificar nossa vida social. Um colega ficou 3 dias sem ver a esposa e o filho por causa do horário que chegava e saia de casa. Mas quando é pra retribuir é quando eles quiserem, da forma que eles quiserem?
O que eles nos propuseram foi não trabalhar na quarta-feira de cinzas e na sexta feira seguinte (dia 27), ou seja, trabalhar somente na quinta-feira da semana do carnaval. O seja: a gente se acaba durante duas semanas pra consertar o erro deles (tempo insuficiente, diga-se) e eles nos retribuem com 1 dia e meio de folga.
E ai de quem reclamar, afinal, não fizemos mais do que a obrigação em ter trabalhando além do horário. A única coisa que eu sei é a seguinte: Se eu receber somente esse 1 dia e meio de folga, nunca mais fico depois da hora por erro alheio. A minha parte eu fiz, quando a empresa precisou de mim eu estava lá. Ajudo em coisas que nada tem a ver com meu trabalho, e na hora de retribuir é essa sacanagem?
Antes dos gestores reclamarem das atitudes (ou falta de) dos funcionários, eles deveriam procurar saber a causa do problema.


